Cada vez mais popular entre os tratamentos para a obesidade, o procedimento ainda é cercado de dúvida por parte de alguns pacientes.
Ao tomar a decisão, procure profissionais habilitados com experiência comprovada na área, evitando aqueles que prometem soluções milagrosas ou que pratiquem técnicas não aprovadas pelo CFM. No site da SBCBM consta a relação de todos os cirurgiões associados, que, obrigatoriamente, passam por programas de atualização e revisão científica.
Especialistas não cansam de reforçar que o procedimento é um tratamento cirúrgico para uma doença grave, a obesidade.
A cirurgia bariátrica não deve ser encarada pelo paciente como uma forma rápida de se livrar dos quilos a mais sem muito esforço.
“Quem quer fazer a cirurgia pensando no que vai poder comer depois de operar, não deve fazê-la”, alerta a endocrinologista Claudia Cozer, da Associação Brasileira para Estudo da Obesidade
O indicador utilizado hoje para definir quem pode ser submetido à operação é o Índice de Massa Corporal (IMC) , resultado da divisão do peso pela altura ao quadrado. Quem tem o peso ideal apresenta índices entre 18 e 25. De 25 a 30, a pessoa está acima do peso e acima de 30 é considerada obesa. As cirurgias, no entanto, são indicadas somente para quem tem IMC igual ou superior a 35 (quando associado a outros problemas, como hipertensão ou diabetes ) ou igual ou superior a 40 (sem doenças associadas).
Além disso, para ser considerado apto para a cirurgia o obeso já precisa ter tentado tratamentos anteriores sem sucesso, estar estabilizado naquele peso há dois anos e não ter contraindicações clínicas para ser operado.
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